terça-feira, 27 de maio de 2014

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« Às vezes, quase sempre, em todos os momentos. Tenho saudades tuas e não consigo disfarçar. Sabes, há merdas que a mim não me dizem nada, coisas que desaparecem a qualquer momento e das quais não quero saber. Há coisas que me irritam, coisas que me aborrecem, coisas que me deixam à beira de um ataque de nervos. Há o silêncio e o excesso de silêncio. Há tudo o que existe e tudo aquilo que poderá um dia existir. Há aquilo que sinto por ti, aquilo que um dia senti por ti e aquilo que um dia vou sentir por ti. Há isso tudo misturado. Há isso tudo num só. Não existe nada disso só por si. A verdade é que eu te amo hoje como amei um dia e como virei a amar noutro dia qualquer. O nosso amor não depende das horas e pouco importam os minutos. Não é menor quanto maior é a distância, nem deixa de existir só porque a chamada terminou. »

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