« Vou-te dizer isto. Aponta. O teu sonho ao ceus e encontrarás o caminho nas estrelas »
sábado, 28 de setembro de 2013
~
« Todos vamos morrer. Não podemos escolher como ou quando. Mas podemos decidir como iremos viver. Então faz isso, decide. É essa a vida que queres viver? É essa a pessoa que queres amar? Esse é o melhor que consegues ser? Podes ser mais forte? Mais gentil? Ter mais compaixão? Decide. Inspira. Expira. E decide. A espera pode matar. Tomas uma decisão e o mundo tem que girar. As consequências aparecem, longe do teu controlo. Só há uma coisa que faz sentido, naqueles momentos silenciosos de espera. Seja lá o que escolheu, está errado »
~
« Gostava que pudesses sentir perfeitamente aquilo que estou a explicar-te. Um dia irás sentir. E às vezes é necessário passar pelas coisas para aprender, faz parte do curso natural da vida.
Ele também nunca se deve ter apaixonado a sério. Ele vê as coisas numa perspectiva libertina. A vida é dele e é uma vida sem preocupações! enquanto puder vivê-la dessa forma, irá fazê-lo. Não é a única pessoa a optar por um estilo de vida semelhante. Simplesmente ainda não encontrou o seu caminho, se é que existe um para cada um de nós.
E tu precisas de alguém que te faça sentir aquilo que nunca exigiste a ninguém. Ele é quem tu precisas para te fazer sentir bem. Mas não acho que seja a pessoa que te irá fazer sentir plenamente feliz. Mas talvez não precises disso neste momento da tua vida. Só tens de viver consoante aquilo em que acreditas, à medida daquilo que te faz sentir bem. Não tenhas pressa, mas não percas tempo.
Talvez seja um coração partido à procura de uma vida simples e despreocupada. Talvez tenha sido essa a forma menos dolorosa pela qual optou. E ninguém merece ser censurado por isso.
Tudo aquilo que fazemos tem um motivo! Eu também já vivi assim. Já quis sentir-me bem, ouvir elogios, falar com muita gente, sair, conhecer rapazes, conhecer pessoas. E fazia-o com o objectivo de me sentir bem comigo mesma, porque por algum motivo sentir-me não chegava. E faz parte beijar alguém que não nos é absolutamente nada, ouvir que somos bonitas ou estamos especialmente bem vestidas, que somos simpáticas ou temos uns olhos expressivo. Tudo faz parte e tem um momento para ser vivido. Eu já vivi o eu. E tu estás a viver o teu. Jamais te criticaria pelas tuas decisões. Cada um de nós acompanha o seu próprio crescimento e não existem idades certas ou erradas para fazer determinada coisa. Desde que te faça feliz e não te prejudique... Se achares que foi um erro aprenderás. E serás feliz por cresceres dessa maneira. Um dia, irás querer uma vida estável e um quotidiano sereno. Aí terás plena consciência daquilo que queres, daquilo que é e conseguirás separar o certo do errado.
Não deves forçar nada, não tens de procurar alguém porque achas que está na altura. Não há uma altura As pessoas são todas diferentes. Quantas de nós têm namorado? O que importa é termos consciência daquilo que somos! E sentirmos-nos bem por isso.
Gostas de sentir-te completa, gostas de sentir que gostam de ti por aquilo que és, gostas de divertir-te para dar ânimo à tua vida. Mas tens muito juízo. E como te disse, já me senti assim. Quando a nossa auto-estima se encontra mais em baixo, é genuíno e legítimo lutarmos contra isso. É sempre bom ouvir um elogio, e mais do que isso: uma palavra amiga. A sensibilidade feminina desperta a mulher para uma série de factos que o homem num compreenderá e muitas raparigas não percebem.
Quando encontres alguém que te ame a sério e puxar pelo teu lado mais feminino e maternal, não restarão dúvidas acerca daquilo que és. E se ele não mostra aquilo que tem de melhor é com medo de se magoar novamente. O ser humano protege-se sempre que se sente ameaçado.
Se não for ele, será outro melhor. » RM
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
~
« Não preciso de alguém que morra de amores por mim. Só preciso de alguém que demonstre em pequenos gestos que gosta de estar ao meu lado »
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
~
Não vou ceder àquilo que eu não sou.Não vou ceder àquilo que eu não sou.Não vou ceder àquilo que eu não sou.Não vou ceder àquilo que eu não sou.Não vou ceder àquilo que eu não sou.Não vou ceder àquilo que eu não sou.Não vou ceder àquilo que eu não sou.Não vou ceder àquilo que eu não sou.Não vou ceder àquilo que eu não sou.Não vou ceder àquilo que eu não sou.Não vou ceder àquilo que eu não sou.Não vou ceder àquilo que eu não sou.Não vou ceder àquilo que eu não sou.Não vou ceder àquilo que eu não sou.Não vou ceder àquilo que eu não sou.Não vou ceder àquilo que eu não sou.Não vou ceder àquilo que eu não sou.Não vou ceder àquilo que eu não sou.Não vou ceder àquilo que eu não sou.Não vou ceder àquilo que eu não sou.Não vou ceder àquilo que eu não sou.Não vou ceder àquilo que eu não sou. Embora comece a fritar o meu cérebro por causa disso.
~
« Quando se gosta de alguém — mas a sério, que é disto que falamos — não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há SMS que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo, porque não recebi as flores que pensava não serem para mim, porque não estava em casa quando tocaste.
Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de impossibilitar o nosso encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campainha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso. Quando se gosta de alguém — e estou a escrever para os que gostam — vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante do que nós.» só isto