quarta-feira, 25 de setembro de 2013

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          « Quando se gosta de alguém — mas a sério, que é disto que falamos — não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há SMS que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo, porque não recebi as flores que pensava não serem para mim, porque não estava em casa quando tocaste.
            Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de impossibilitar o nosso encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campainha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso. Quando se gosta de alguém — e estou a escrever para os que gostam — vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante do que nós.» só isto 

terça-feira, 30 de julho de 2013

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«  Eu sei que se estudasses em Lisboa tu tavas comigo »

sábado, 15 de junho de 2013

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A verdade é que nunca pensei fazer amigos na Universidade, levava como certa a ideia de "Os meus verdadeiros amigos são as pessoas que levo comigo, os que se possam atravessar agora no meu caminho não serão mais que isso, pessoas com quem me cruzei" e contrariamente a todas as minhas expectativas há pessoas que estão a conseguir fazer com que eu mude a minha visão sobre isso, e agora .. Será isso bom ou mau? A verdade é que estarão comigo 3 anos da minha vida, praticamente 24h/dia, por isso talvez seja uma coisa boa, mas apenas será mesmo boa se se mantiverem, o que não está a acontecer. Elevei demasiado a expectativa, e os laços criados foram imensos, e fortes e quando os vejo afastarem-se de nós não me sinto com raiva nem remorsos porque não fizemos nada, eles decidiram afastar-se, aproximar-se de outras pessoas. Ou isto é tudo da minha cabeça só por eles terem (pelos vistos e em 2/3 dias) grande afinidade com essas pessoas e eu não (de todo mesmo!) ? Ainda não percebi se fico triste por eles se afastarem ou se fico triste por se aproximarem daquelas pessoas. Não me devia sentir assim não é? Na realidade eu também tenho outros amigos e amigas mas gosto deles na mesma, e muito. Então qual é o meu verdadeiro problema ? Ciúmes no que se trata de amigo, really? Não havia mais nenhum defeito para me calhar?

quinta-feira, 13 de junho de 2013

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« Perdoa e esquece. É o que todos dizem. É um bom conselho, mas não é muito prático. Quando alguém nos magoa, queremos magoá-lo de volta, queremos feri-lo. Quando alguém nos engana, queremos ter razão. Sem perdão, velhas brigas nunca serão resolvidas. Velhas feridas nunca cicatrizam. E o máximo que podemos esperar é que um dia tenhamos a boa sorte de esquecer. »

quarta-feira, 12 de junho de 2013


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"A verdade é que se olharmos bem para trás éramos quase todos desconhecidos e ninguém significava nada para ninguém. O tempo passa, as coisas acontecem e devagarinho as amizades surgem. Passámos a ter uma segunda casa, uns segundos amigos e os mais sortudos uma segunda família. É bom este crescimento. 
É bom estas coisas que nos podem fazer chorar no momento da partida e rir no dia a dia. Um dia vão perguntar como foi aquele tempo e tudo o que vamos dizer é mil vezes menos do que o que vale para nós. As coisas boas são assim, sentem-se sem se conseguirem dizer. E quando caminharmos numa calçada igual à destas ruas vai ficar uma saudade que nos diz que valeu a pena. Afinal vele sempre a pena. Vale a pena fazer o caminho se soubermos que a felicidade não está na meta, mas na caminhada." 
F. Azevedo